Notícias
Deberton Filmes adquire direitos do livro O Rio que Me Corta por Dentro e transformará história em filme
O Rio que Me Corta por Dentro, do escritor Raul Damasceno, vai alcançar um novo público nos cinemas. Deberton Filmes, dos produtores Allan Deberton e Marcelo Pinheiro, adquiriu os direitos de adaptação do sucesso literário. Cineasta por trás dos premiados “Pacarrete” e “Feito Pipa”, Deberton assume a cadeira de diretor, enquanto o autor assina o roteiro.
“Raul escreve literatura criando imagens muito marcantes a partir de uma perspectiva muito íntima, de um garoto do interior”, afirma Deberton que, como muitos leitores, “engoliu” o romance assim que foi lançado. “Fiquei dias com essas imagens povoando a minha cabeça. Achei que uma adaptação de um livro com esse poder era um caminho não apenas natural, como também um presente para o cinema brasileiro”.
“Os leitores sempre falam sobre o desejo de ver esses personagens numa possível adaptação, então é uma alegria muito grande ver esse projeto tomando forma. Sem falar que é também uma boa oportunidade de fabular ainda mais sobre essas figuras que conheço tão bem”, completa Damasceno.
A adaptação não é a primeira colaboração entre Deberton e Damasceno. Na realidade, o novo projeto marca o amadurecimento de uma parceria criativa que já rendeu produções como a comédia romântica “O Melhor Amigo” e o ainda inédito “A Adoção”, que encerrou as filmagens há pouco.
“Allan e eu, para além das parcerias de trabalho, somos grandes amigos. Logo, adaptar o meu livro junto a ele é me sentir sempre em casa. Temos liberdade um com o outro, o que torna o processo de desenvolvimento muito honesto e intenso.”, diz Damasceno. “É a primeira vez que ele embarca numa história tecida por mim, o que me faz enxergar esse momento como uma renovação definitiva de nossa parceria”.
Transpor uma narrativa das páginas para a telona exige muito jogo de cintura, algo que autor e diretor estão bastante cientes. “O universo da literatura tem permissões e características diferentes da narração para o cinema. Então, certas escolhas são inevitáveis, sobretudo os recortes do que será narrado”, explica Deberton. “Nosso exercício tem sido encontrar soluções interessantes que preservem o coração da obra e que evoquem as mesmas imagens marcantes, sem perder a profundidade e a complexidade sensorial e temática”.
-
TV & Streaming4 meses agoCom Elizabeth Olsen, Comédia romântica Eternidade estreia no Apple TV nesta sexta (13)
-
Esporte no Cinema2 anos agoCanoagem: Além do Horizonte
-
Estreias2 anos agoEstreias nos streaming em Julho de 2024
-
Mais2 anos agoAs Danças Mais Divertidas do Cinema
-
Clássicos2 anos agoHarry e Sally – Feitos um para o Outro (1989)
-
Colunas2 anos agoPor que “Longlegs” esta fazendo sucesso?
-
Terror2 anos agoO terror da “Bruxa De Blair”
-
Cinema2 anos ago
Crítica: Inverno em Paris





