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Documentário Eu Queria Ser Chico Landi recupera a trajetória do pioneiro do automobilismo brasileiro; filme estreia nos cinemas em novembro
Antes de nomes como Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna se tornarem ícones globais, um pioneiro colocou o Brasil no mapa do automobilismo mundial. Com direção de Paulo Pastorelo e produção da Ebisu Filmes em coprodução com Guga Landi, Race Car Register BR e Unaí Produções, o documentário Eu Queria Ser Chico Landi resgata a vida e o legado do primeiro brasileiro a competir na Fórmula 1, um homem que foi ídolo dos ídolos.
O título do filme surge de um momento histórico: em uma festa à fantasia, ao ser questionado sobre quem gostaria de ser, o bicampeão mundial Emerson Fittipaldi não hesitou em vestir o macacão, o Capacete de Couro macio Estilo “Cuca” e os clássicos “óculos abelha” para homenagear seu ídolo: “Eu queria ser o Chico Landi, meu grande herói!”, afirmou.
Com um vasto material de arquivo e depoimentos inéditos de pilotos, mecânicos e jornalistas para traçar uma linha do tempo que atravessa o século XX, a obra recupera os primeiros passos desse paulistano que estreou em 1934 no Circuito da Gávea, no Rio; transformou Interlagos na sua segunda casa desde a inauguração do circuito em 1940, ultrapassou as restrições da Segunda Guerra Mundial — quando adicionou gasogênio aos motores para não parar de correr; abriu as portas do automobilismo internacional correndo na Europa entre 1947 e 1957, foi chefe de equipe e ídolo de toda uma geração de pilotos que levou o Brasil a se tronar 8 vezes campeão de F1 pelos braços de Emerson, Piquet e Senna. Uma vida dedicada à paixão pela mecânica e pela velocidade.
Idealizado por Guga Landi, neto do piloto, o documentário também relembra as vitórias históricas no GP de Bari (1948/1952) e a ousadia de criar sua própria equipe, a Escuderia Bandeirantes, para disputar o mundial de 1952 com os icônicos carros amarelos de rodas verdes, além da parceria de Landi com Toni Bianco na construção de monopostos de Fórmula Jr. e sua contribuição vital para a consolidação da indústria automobilística nacional.
O documentário é um mergulho no espírito indomável de um homem que terminou sua jornada como diretor de Interlagos, o autódromo que ele mesmo viu nascer. O filme é um tributo a um piloto que ajudou a moldar a identidade do automobilismo no país.
O longa é produzido pela Ebisu Filmes, em coprodução com Unaí Produções, Claro, Guga Landi e Race Car Register BR e conta com patrocínio da Porto, Autolux e Bardahl, além do apoio da Usina Atena e dos parceiros culturais: Trip, ITA – Italian Trade Agency, Old Cars Club de Bari (Bari), Apulia Film Commission e Emilia-Romagna Film Commission. A obra tem previsão de estreia em novembro de 2026 e, posteriormente, será exibida na Clarotv, sportv e Globoplay.
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