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Com três filmes na seleção do Festival do Rio, Autoral Filmes anuncia os próximos lançamentos em 2025

Lucas Furtado

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Após sua estreia no circuito nacional com “Andy Warhol – Um Sonho Americano”, “A Prisioneira de Bordeaux” e “Picasso – Um Rebelde em Paris”, a Autoral Filmes anuncia seus próximos lançamentos. Três deles fazem parte da seleção do Festival do Rio, que acontece entre 2 e 12 de outubro: o chinês “Living The Land”, que deu a Huo Meng o troféu de direção no Festival de Berlim deste ano; “Uma Mulher Diferente”, da francesa Lola Doillon, do premiado “A Jornada de Fanny”; e “Ari”, de Léonor Serraille, também exibido em competição o Festival de Berlim.

“Living The Land”, aborda a tensão entre a tradição e a modernidade. A trama se passa no começo dos anos de 1990, quando a China está num momento de profundas transformações, e o filme acompanha o pequeno Chuang, de 10 anos, que permanece em sua aldeia, enquanto outros membros da família migram para um centro urbano.

Já a protagonista de “Uma Mulher Diferente” foi chamada pela imprensa francesa de “uma Bridget Jones versão autista”. Ela é vivida por Jehnny Beth, uma pesquisadora brilhante, que tem dificuldade com seus relacionamentos caóticos. O trabalho num novo documentário a ajuda a compreender o que está acontecendo com ela mesma. O filme estreia no circuito comercial no dia 16 de outubro.

“Ari”, escrito e dirigido por Léonor Serraille, acompanha um jovem professor (Andranic Manet), que, após um colapso nervoso, é expulso de casa, e encontra em antigos amigos de infância o apoio para atravessar esse momento delicado. O longa foi selecionado na Competição do 75º Festival Internacional de Cinema de Berlim, onde concorreu ao Urso de Ouro.

A distribuidora também anunciou que dará prosseguimento ao Circuito Arte no Cinema, com documentário sobre artistas plásticos. Até o fim do ano, serão lançados “Maldito Modigliani” (13/11) e “Munch – Amor Fantasmas e Vampiros” (04/12), levando ao público filmes que mergulham na obra e vida desses artistas de forma peculiar.

“Maldito Modigliani” traz um retrato do artista italiano, narrado do ponto de vista original de sua jovem esposa, Jeanne Hébuterne, que cometeu suicídio dois dias após sua morte. Enquanto “Munch – Amor, Fantasmas e Vampiros” joga luz sobre o homem e artista de charme singular e sua complexa relação com as mulheres e sua ideia de tempo.

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